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Saúde pública mundial: como isso impacta a economia?

Atualmente vemos acontecendo progressivamente uma espécie de crise se instaurando na saúde pública mundial. 

Em 2020 vimos o desespero que o COVID-19 causou e, depois de 2 anos, mesmo sem estar totalmente controlado, temos que enfrentar o rumor de uma nova doença se espalhando: a varíola dos macacos. 

Ler algo do tipo mexe com os nossos traumas e sentimentos, porque imagino que a pandemia de 2 anos foi muito difícil para a grande maioria das pessoas daqui. Apesar de caótico, esse “breve” período de 2 anos foi responsável por mudar muitas coisas na macroeconomia. 

Isso porque, apesar de ser um tema negligenciado, a saúde publica mundial impacta diretamente na economia de todos os países, sendo um tema que não pode ser deixado para trás.  

A saúde pública mundial impacta a economia de diversas maneiras. Por exemplo, a saúde pública mundial influencia o comércio internacional, a cooperação econômica e os investimentos estrangeiros. Além disso, a saúde pública mundial também pode impactar a produtividade e a competitividade da economia em diferentes países.

Qual a importância da vacina para a saúde?

A vacina é uma ferramenta essencial para a prevenção de doenças. Ela estimula o sistema imunológico a produzir anticorpos para combater determinadas doenças. A vacinação evita que as pessoas adoeçam e também ajuda a prevenir a disseminação da doença.

Assim, a vacina é uma ferramenta de saúde essencial para manter a qualidade de vida de população humana. Ela deve ser encarada como uma prevenção social, e não apenas individual, pois àqueles que não tomam a vacina são as pessoas responsáveis pela disseminação da doença. Assim, as campanhas de vacinação devem acontecer no mundo inteiro para impedir que haja uma proliferação descontrolada de um vírus letal. 

Qual a história da vacina?

A história da vacina contra a varíola é uma das histórias mais fascinantes no campo da medicina. A magnitude da doença, o sofrimento que causou, a mortalidade que causou, a mortalidade que causou e os esforços para conter a varíola que duraram mais de um século que têm sido extensivamente documentados.

A primeira referência escrita à varíola é de 600 a.C. Uma das histórias mais famosas da varíola é a história da cidade de Roma no século I. A varíola causou um surto na Roma Antiga que durou mais de 100 anos. A cidade de Roma foi infectada com a varíola por um templo de África. A doença se espalhou, e em poucos anos matou a maioria das populações romanas. Os romanos, no entanto, não se deram por vencidos. A varíola infectou várias pessoas novamente, e elas tiveram que fazer o mesmo.

A doença continuou a se espalhar, e logo a varíola atingiu a Europa. A varíola infectou as populações europeias, e logo se espalhou para a América do Norte. A varíola chegou à América do Sul na década de 1500. A varíola se espalhou pelo continente e logo chegou às Américas Central e do Norte. A varíola se espalhou pelo Japão e logo atingiu a China. 

A varíola é uma doença altamente contagiosa e potencialmente fatal que afeta os seres humanos e, para resolver essa pandemia desenfreada, a primeira vacina foi inventada pelo médico inglês Edward Jenner.

A vacina contra a varíola é uma das vacinas mais antigas e importantes da história. Ela foi desenvolvida por Edward Jenner, um médico inglês, no final do século 18. A doença é causada pelo vírus da varíola, que é transmitido de uma pessoa infectada para outra através das gotículas respiratórias. A varíola pode também ser transmitida pelo contato direto com objetos contaminados pelo vírus, como roupas ou lençóis. A doença é caracterizada por febre, dor de cabeça, mal-estar e erupções cutâneas. As erupções são manchas vermelhas que se transformam em bolhas cheias de pus. A doença pode causar cegueira, paralisia e até mesmo a morte. A vacina contra a varíola é uma das vacinas mais eficazes já desenvolvidas e tem sido usada há mais de 200 anos para prevenir a doença. A vacina é administrada por injeção e, geralmente, é seguida por uma série de vacinações de reforço a cada 10 anos.

Vacina contra o COVID-19

Uma das grandes incertezas do momento é quanto ao início da imunização da população contra o coronavírus. Em nosso país, as primeiras doses chegaram tardiamente na primeira quinzena de janeiro.

Enquanto isso, as pesquisas, testes e estudos da real eficácia da vacina ainda não terminaram. Sendo assim, não há uma opinião firmada sobre os potenciais riscos e benefícios do imunizante para a população.

No início, as autoridades sanitárias apontaram que a campanha de imunização deve ser feita de forma gradativa com prioridade para os grupos de maior risco de contrair a doença ou de maiores consequências dela, o que inclui profissionais de saúde, pessoas com mais de 60 anos, idosos institucionalizados e pessoas que mais convivem com essas primeiras.

Mais recentemente, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, apontou que a campanha larga de imunização deve começar no dia 25 de janeiro. As doses serão priorizadas para a população com mais de 80 anos, que conta com 100 milhões de pessoas, seguida por idosos acima de 60 anos, um grupo que tem 140 milhões de pessoas. É importante ficar atento às informações que serão disponibilizadas pelas autoridades. Afinal, caso você seja um dos chamados para a campanha, saiba que os testes de dor na hora da aplicação do imunizante são normais. 

Porém, para que tudo isso acontecesse, foi preciso muito esforço para conscientizar a população quanto a importância da vacinação, já que esferas do governo público se posicionaram contra as campanhas de vacinação, adotando uma postura negacionista frente a ciência e a saúde pública. 

Como saúde mundial impacta a economia?

A pandemia que vivemos com o COVID-19 é grande exemplo do porquê devemos cuidar a saúde mundial para manter o sistema econômico saudável. E, para enfrentá-la, devemos conhecer e utilizar o conceito de Kaizen para o planejamento de financeiro de negócios.

Hoje, as relações não se restringem apenas a localidades restritas, como bairros e cidades, por exemplo. Hoje, as relações são mundiais e o contato é realizado exponencialmente entre pessoas. 

Isso significa dizer que, se há um espaço onde existem os problemas de pobreza e saneamento básico, a responsabilidade sobre essa questão não recai somente ao bairro, à cidade ou ao país. A responsabilidade é de toda a comunidade mundial de cuidar e prover qualidade de vida, já que um problema local pode [e vai] facilmente se tornar mundial!

Para isso, é necessário estruturar uma espécie de processo Supply Chain para cuidar e gerenciar corretamente a saúde mundial.

Qual a solução?

Ao que tudo indica, os incidentes pandêmicos tendem a aumentar cada vez mais devido a uma série de fatores, que incluem: a pobreza, urbanização descontrolada, aquecimento global, negacionismo e falta de investimento em políticas públicas para promover um sistema de controle da saúde mundial.

Assim, uma das principais formas de enfrentar esse problema generalizado é adaptar-se e reinventar o nosso sistema atual de sociedade para solucionar os problemas descritos que nos levam ao abismo. Atualmente, existem diversas formas de realizar parcerias consistentes e importantes para promover novas oportunidades de desenvolvimento social e econômico. Para isso, vale estudar sobre o conceito de Joint Venture!

Para isso, precisamos constantemente estudar e estar abertos a novas mudanças frente ao futuro. 

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